A nova divisão do bolo

Ficará marcado na história o ano de 2026 por se colocar em prática um novo plano de repartição do mundo. Os globalistas falha-ram em tentar um controle central único para todo o planeta. Nem mesmo golpes como guerras e pandemias conseguiram eliminar a disputa entre o globalismo e a civilização judaico-cristã ocidental, onde se encontram as maiores barreiras a esse projeto: os cris-tãos, os judeus e o poderio norte-americano.
Nessa disputa de forças (da qual nós, simples mortais, não temos pleno conhecimento) acabou se rearranjando uma nova divisão do bolo mundial. O mundo volta a se dividir entre Ocidente e Oriente, hemisfério ocidental e hemisfério oriental, não mais embalado pelo clima ideológico da Guerra Fria, mas por uma divisão territorial e estratégica concreta.
Os EUA assumem, de vez e sem pudores, o protagonismo do he-misfério ocidental, de norte a sul, da Groenlândia até a ponta do Chile. Já no Oriente Médio, Israel se consolida como grande representante das Forças da Liberdade. Lutando por si mesmo, mas com apoio total dos norte-americanos, o Estado judeu já promove uma reconfiguração regional, com diversos países árabes aderindo aos Acordos de Abraão e restando poucos focos hostis, como o Irã e parte do Iêmen.
Essa transformação geopolítica, iniciada em 3 de janeiro com a captura do ditador Nicolás Maduro, foi apenas o começo. Mudanças ainda devem ocorrer neste ano na Colômbia e no Brasil, onde eleições se aproximam e se espera que sejam transparentes, democráticas e auditáveis. Na América Central, regimes como o de Daniel Ortega também demonstram sinais de esgotamento, enquanto Cuba, sem petróleo e sem o suporte financeiro da Rússia e da Venezuela, caminha para o fim prático de sua ditadura.
Tudo isso traz alívio e esperança aos filhos do Ocidente. Com a derrota de ditadores comunistas, restanos perseverar no American Way of Life, baseado na liberdade de expressão, na democracia plena, no direito à vida, à propriedade privada, ao empreen-dedorismo, ao lucro, ao ir e vir (valores basilares da humanidade), incluindo o direito de ser cristão.
Este 2026 será o começo do fim do projeto comunista global. Não será um bom ano para esquerdistas. O choro é livre e haverá muita choradeira. Em solo tupiniquim ainda teremos batalhas muito grandes, pois há todo um castelo de cartas para derrubar. Deus há de estar ao lado dos que vivem verdadeiramente pela Verdade e pela Justiça.
Enquanto pessoas de fé, nossa tarefa é rezar para que essas transformações ocorram com o menor custo possível de vidas humanas, pois toda vida é sagrada. Contudo, não há conquistas sem luta. Judeus sabem disso há mais de cinco mil anos, e cristãos também, há mais de dois mil, ainda combatidos por levarem a mensagem de Cristo ao mundo.
Que Deus nos ajude e que a paz e os valores humanos se estabe-leçam verdadeiramente entre nós.
Amém!




